Marcos ou Aquisições motoras no primeiro ano de vida
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Atraso no desenvolvimento neuropsicomotor. O atraso no desenvolvimento neuropsicomotor é um transtorno infantil caracterizado por dificuldades incomuns que a criança apresenta para desenvolver determinadas habilidades ao passar por marcos do desenvolvimento. Podemos citar um exemplo: não conseguir sustentar a cabeça após os três meses ou se sentar sozinha aos seis meses. O tipo de atraso depende principalmente da causa, que pode variar entre paralisia cerebral, hipotonia e falta de estímulo, entre outros fatores.
Em alguns casos, a condição pode desaparecer com a idade e os tratamentos corretos; em outros, pode ser crônica e permanecer mesmo na vida adulta. Tudo dependerá da causa.
Existem diversas causas para o atraso no desenvolvimento neuropsicomotor. E uma das mais importantes é a paralisia cerebral. Além disso, uma causa muito comum é a hipotonia, onde o bebê sofre alterações musculares e também pode ter um atraso. Porém,. existem ainda algumas situações em que a criança apresenta outros problemas de saúde, não necessariamente neurológicos.
A hipotonia consiste em uma fraqueza muscular, quando o bebê é “molinho” e não consegue sustentar a cabeça ou se sentar em uma idade em que as crianças normalmente já conseguem. Essa é uma das principais causas orgânicas para o atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e pode ser diagnosticado no primeiro ou segundo ano de vida, ou até mesmo antes de o bebê nascer – quando os exames de pré-natal detectam que a criança não se mexe tanto.
Antes de tudo, para o atraso do desenvolvimento ser diagnosticado, a criança precisa passar pelos primeiros marcos no desenvolvimento. E isso acontece nos primeiros meses de vida: entre os dois primeiros meses é comum que a criança tenha contatos visuais; entre o terceiro e o quarto mês, a criança já deve conseguir sustentar a cabeça.
1 – Postura caída e músculos muito fracos;
2 – Dificuldade de segurar a cabeça após os três meses;
3 – Não conseguir se sentar aos seis meses;
4 – Não começar a engatinhar antes dos nove meses;
5 – Não andar sozinho antes dos 15 meses;
6 – Não conseguir comer sozinho com um ano e seis meses;
7 – Não formar frases após os dois anos e três meses;
8 – Não controlar o xixi e o cocô após os 5 anos.
Em síntese, as intervenções precoces servem para diminuir a gravidade do atraso.E o tempo de tratamento depende da doença que causou esse atraso. Dessa forma, algumas pessoas sairão reabilitadas para uma vida adulta sem perda da qualidade de vida. Outras, terão algumas dificuldades e vão precisar de mais tempo de terapia.
Assim sendo, o tempo de tratamento pode variar de acordo com o atraso ou com a patologia associada ao quadro clínico da criança. Em alguns casos, serão necessários cuidados até a fase adulta.
Mas existem também alguns exercícios que os pais podem fazer em casa para ajudar no desenvolvimento dos filhos, como, por exemplo, colocar a criança em um tatame no chão para incentivá-la a rolar, brincar com brinquedos que estimulam a coordenação motora, entre outros.
A princípio, quando se trata apenas de atraso na fala, pode ser por falta de estímulo. Dessa forma, o tratamento será feito em conjunto com os pais no sentido de estimular a criança a falar.
Porém, se o atraso da fala é causado por outra condição, como paralisia cerebral ou hipotonia, por exemplo, é preciso realizar um tratamento em conjunto com outros profissionais.
O Espaço Estímulo Ação oferece atendimento fisioterapêutico pediátrico especializado em cuidados e atenção à saúde de bebês e crianças.
Assim, proporcionamos através dos atendimentos, os estímulos necessários para que os bebês e crianças se desenvolvam ou sejam reabilitados através do brincar, num ambiente seguro, repleto de amor, carinho e onde os pais têm o privilégio de acompanhar as atividades, permitindo-lhes a participação e aprendizado para reprodução das crianças em casa, além de proporcionar aumento da conexão e vínculo afetivo entre pais + criança e terapeuta + criança + pais.
Além disso, nossos profissionais estão em constante atualização e têm especialização nas áreas de Reabilitação aplicada a neurologia infantil e Fisioterapia Cardiorrespiratória.
Portanto, oferecemos métodos, abordagens e recursos da fisioterapia motora e respiratória específicas para pediatria, com olhar atento ao desenvolvimento da criança de forma integral (motor, sensorial, cognitivo, social, afetivo e de comunicação), respeitando as individualidades e atendendo às necessidades de cada criança e sua família.
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